Os Ossos do Barão (1973) Resumo e Informações

Confira o resumo da novela Os Ossos do Barão (1973) desde o primeiro capítulo. Além do resumo você terá informações sobre a história, personagens e trilha sonora. Fique por dentro das novidades das novelas, aqui você encontra o resumo completo de Os Ossos do Barão (1973) e de todas as novelas da Globo.

Sobre a Novela Os Ossos do Barão (1973)

◘ Período de exibição: 08/10/1973 – 31/03/1974
◘ Horário: 22h
◘ Nº de capítulos: 120
◘ Autoria: Jorge Andrade
◘ Supervisão: Daniel Filho
◘ Direção: Régis Cardoso
◘ Direção de TV: Régis Cardoso

Novela escrita por Jorge Andrade, a partir da fusão de duas peças teatrais de sua autoria, A Escada e Os Ossos do Barão, encenadas, pelas primeira vez, na década de 1960. A novela se passa em São Paulo, entre 1973 e 1974, e mostra a decadência da aristocracia rural paulista, provocada pela crise econômica de 1929 e pela ascensão socioeconômica do imigrante.

O velho Antenor (Paulo Gracindo), segundo filho do barão de Jaraguá – nobre descendente de uma linhagem que remonta ao bandeirante Fernão Dias – não aceita sua condição de aristocrata rural decadente, o que aconteceu depois que o patrimônio do pai foi quase totalmente perdido com a crise financeira de 1929. Casado com Melica (Carmen Silva), Antenor é incapaz de aceitar a nova realidade da família e insiste em se comportar como se ainda fosse um nobre, com todos os preconceitos de classe e de cor herdados dos seus antepassados. Uma de suas ocupações é perambular pelas ruas da cidade, informando que “tudo aquilo lhe pertence”. Entretanto, sem ter meios para se manter, o casal é forçado a passar temporadas de um mês morando nas casas de cada um dos quatro filhos. Vizinhos no mesmo edifício, esses vivem, eles próprios, com dificuldades financeiras, discutindo permanentemente entre si o dilema entre continuar abrigando os pais ou interná-los em um asilo para idosos.

A maior parte dos bens que pertenceram ao barão é agora do industrial Egisto Ghirotto (Lima Duarte). Filho de italianos, ele chegou ainda criança para trabalhar na fazenda do barão de Jaraguá, uma das mais tradicionais do ciclo cafeeiro de São Paulo. Ainda na juventude, tornou-se um dos melhores colonos da região e conseguiu comprar o primeiro lote de terra. Com tino para os negócios e bem informado sobre as modernas técnicas de plantio e colheita, Egisto se aproveitou da industrialização no campo, multiplicou suas terras e enriqueceu. A crise econômica de 1929 levou a família do barão à decadência, e a fazenda foi desmembrada em lotes. O imigrante adquiriu a maior parte desses lotes e, com o tempo, quase todos os bens do barão, incluindo os seus ossos, guardados por Antenor numa câmara mortuária da sede da fazenda, única propriedade que restou à família.

A maior frustração de Egisto Ghirotto é não ter conseguido comprar o bem que considera o mais precioso: prestígio social. Embora tenha estudado para dominar com perfeição o português e aprender a história do Brasil, o preconceito contra os imigrantes ocupando posições privilegiadas na sociedade paulistana o impede de ser reconhecido como aquilo que ele acredita ser: um cidadão brasileiro, que ama o país e é tão responsável pelo seu progresso quanto seus filhos legítimos. Para realizar seu sonho, Egisto tenta casar seu filho Martino (José Wilker) com a bisneta do barão, Isabel (Dina Sfat). Um neto gerado pelos dois representa sua única chance de conseguir um título de nobreza e o respeito da alta sociedade paulista. Embora os dois jovens sejam apaixonados um pelo outro, os pais de Isabel se opõem ao casamento. Miguel Taques (Leonardo Villar) e Verônica Taques (Maria Luiza Castelli), como descendentes de uma família tradicional em decadência, veem com maus olhos a união entre aristocratas e imigrantes. Ao mesmo tempo, os dois vislumbram na união um meio de recuperar as posses da família e a posição social perdida. Apostando nisso, Egisto se põe a reconstruir o casarão do barão de Jaraguá para tentar conquistar a simpatia do casal. Nisso é ajudado por Ismália (Elza Gomes), filha mais nova do barão, para quem o nascimento de um herdeiro legítimo dos bens do seu pai devolveria à família o que já foi seu por direito.

Um dos momentos centrais da novela é o encontro de Antenor e Egisto durante uma das andanças solitárias do velho aristocrata pela Praça da República, em São Paulo. Os dois se tornam amigos e passam a se ver todos os dias. Egisto se apresenta como “Fernão Dias”, e Antenor o confunde com um descendente da aristocracia paulista, um semelhante seu, com quem se sente à vontade para conversar abertamente sobre sua relação com os filhos e sobre o quanto lhe desagrada a presença de descendentes de imigrantes na alta sociedade. Quando Egisto revela a Antenor ter sido ex-colono do barão de Jaraguá, o velho é obrigado a rever suas posições, e acaba aceitando a condição do amigo e a sua própria. No final da novela, Martino e Isabel, tendo superado as oposições familiares, finalmente se casam e têm um filho. Antenor é o padrinho. A cerimônia se realiza na capela da fazenda Jaraguá, reconstruída por Egisto especialmente para a ocasião.

Resumo de Todos os Capítulos da Novela Os Ossos do Barão (1973)

** Resumo não divulgado

Egisto Ghirotto, um descendente de italianos, foi criado como empregado que era na fazenda do barão de Jaraguá, e acabou fazendo fortuna durante a Revolução Industrial, em São Paulo, diferente do ocorrido com as famílias tradicionais paulistas, que empobreceram devido à queda do comércio cafeeiro. Ele tem tudo que pertencera ao barão, inclusive seus ossos, que adquirira ao comprar a urna funerária deste. Apesar de ter tudo, ele não está feliz, pois em sua inveja, sonha em adquirir um título de nobreza. Mas pensa que isso só poderá ser alcançado se seu filho, Martino, se casar com Isabel, a bisneta do barão. Ledo engano, pois os títulos eram pessoais e outorgados durante o período do Império, pelo imperador para pessoas de elevada colaboração pessoal, como construção de hospitais, catedrais, estradas de ferro, escolas e outras importantes benfeitorias para o país.

Entre os quatrocentões, os mais conservadores, como Antenor, o filho do barão, vivem de lembranças e de aparências, e os mais jovens tentam se adaptar à nova realidade. A situação acaba causando conflitos, especialmente entre pais e filhos.

A novela foi baseada em duas peças premiadas de autoria do próprio Jorge de Andrade, Os Ossos do Barão e A Escada, encenadas pela primeira vez na década de 1960, pelo Teatro Brasileiro de Comédia (TBC).

Uma das primeiras experiências teatrais de Gracindo Júnior foi uma montagem da peça A Escada, em 1963, na qual fazia o papel de Omar, mesmo personagem que repetiria anos mais tarde na novela.

O velho Antenor foi mais um papel de destaque na carreira de Paulo Gracindo. O trabalho do ator contribuiu para a boa repercussão da novela junto ao público.

Em 1997, o SBT produziu um remake de Os Ossos do Barão, com os atores Leonardo Villar (Antenor), Juca de Oliveira (Egisto Ghirotto), Tarcísio Filho (Martino) e Ana Paula Arósio (Isabel) nos papéis principais. Essa segunda versão comportava personagens e tramas de outras duas novelas de Jorge Andrade: Gaivotas (TV Tupi, 1979) e Ninho da Serpente (TV Bandeirantes, 1982).

Durante a novela, Jorge Andrade teve problemas cardíacos, acarretados pelo ritmo estafante de trabalho, e precisou ser substituído por cinco dias por Bráulio Pedroso.

José Wilker se recorda de ter de chegar ao estúdio duas horas antes do resto do elenco para fazer cachinhos nos cabelos. O ator fala com entusiasmo sobre o seu trabalho com Lima Duarte (intérprete de seu pai na trama) e Dina Sfat, seu par romântico.

Lima Duarte conta que a sua escalação para viver Egisto Ghirotto gerou controvérsias, principalmente entre os defensores de que o papel cabia ao ator ítalo-brasileiro Otelo Zeloni, que interpretou o personagem na peça homônima, montada em 1963 pelo Teatro Brasileiro de Comédia (TBC).

Omar e Zilda
A novela explorou o amor proibido entre o mulato Omar (Gracindo Jr.) e Zilda (Sandra Bréa), filha de Miguel (Leonardo Villar) e Verônica (Maria Luiza Castelli), e bisneta do barão de Jaraguá. O rapaz é constantemente humilhado por Antenor (Paulo Gracindo) por ser filho de Senhorita (Chica Xavier), ex-escrava da fazenda de seu pai.

Elenco
Alciro Cunha – Delegado
Amelin Fiani – Secretária
Antônio Petrin – Sebastião
Antônio Pitanga – Misael
Bibi Vogel – Lavínia
Carmem Silva – Melica
Castor Guerra – Foca
Chica Xavier – Senhorita
Claudioney Penedo – Fruteiro
Clementino Kelé – Operário
Dina Sfat – Isabel
Edney Giovenazzi – Vicente
Elza Gomes – Ismália
Fábio Mássimo – Egisto (menino)
Fernando José – Amadeu
Gracindo Júnior – Omar
Grande Otelo – Bêbado
Henriqueta Brieba – Lucrécia
Ivan de Almeida – José
Jacira Silva – Doralice
João Carlos Barroso – Ricardo
Jorge Botelho – Rubens
Jorge Vieira – Miguel (menino)
José Augusto Branco – Luigi
José Wilker – Martino Ghirotto
Lea Garcia – Marlene
Lélia Abramo – Bianca Ghirotto
Leonardo Villar – Miguel
Lima Duarte – Egisto Ghirotto
Luiz Magnelli – Corretor
Maria Luiza Castelli – Verônica
Maria Teresa Barroso – Senhora
Monique Lafond – namorada de Ricardo
Neuza Amaral – Maria Clara
Otávio Augusto
Paulo Gonçalves – Carlino
Paulo Gracindo – Antenor
Rachel Martins – Rosa
Renata Sorrah – Lurdes
Ruth de Souza – Elisa
Sandra Bréa – Zilda
Suzy Kirbi – Clélia
Tamara Taxman – Laura

Elenco / Personagens

EGISTO GHIROTTO (Lima Duarte) Imigrante italiano que enriquece com a industrialização de São Paulo. Marido de Bianca (Lélia Abramo) e pai de Martino (José Wilker). Capaz de grandes explosões, sem guardar ressentimentos.

BIANCA GHIROTTO (Lélia Abramo) Esposa de Egisto (Lima Duarte) e mãe de Martino (José Wilker). Mulher religiosa, sem atrativos físicos nem vaidade, é analfabeta, mas sagaz nos negócios. A riqueza não alterou sua simplicidade. Para ela, o mundo se resume ao marido e ao filho. Sente saudades do tempo em que vivia na colônia.

MARTINO GHIROTTO (José Wilker) Filho de Egisto (Lima Duarte) e Bianca (Lélia Abramo), só não difere do pai na capacidade de trabalho. Sem raízes na Itália nem no Brasil, é um desajustado, que tem como religião as máquinas e o trabalho. Herdou da mãe a indiferença pelas futilidades sociais. Moderno, frio e distante, cultiva a boa aparência para fugir da condição de filho de colono, embora não se envergonhe do passado humilde do pai.

CARLINO (Paulo Gonçalves) Eficiente, honesto e trabalhador, lidera o parque têxtil de Egisto (Lima Duarte), a quem respeita e estima profundamente. Tem alto padrão de vida, mas não gosta de aparecer. Lamenta que o filho, Luigi (José Augusto Branco), tenha se tornado engenheiro mecânico. Manso e bondoso, tem repentes explosivos, dos quais logo se arrepende.

ROSA (Rachel Martins) Nasceu na Itália, mas passou metade dos seus 50 anos no Brasil. Tem em Bianca (Lélia Abramo) uma de suas poucas amigas. Apegada às tradições e ao passado, representa, juntamente com Carlino (Paulo Gonçalves) e Luigi (José Augusto Branco), uma certa classe de estrangeiros presentes na formação da moderna família brasileira.

LUIGI (José Augusto Branco) Forte, ágil e risonho, filho de Carlino (Paulo Gonçalves). Gosta de Lourdes (Renata Sorrah), mas abandona tudo e vai para a Europa quando se sente vítima de preconceito de classe.

ELISA (Ruth de Souza) Assimilou todos os preconceitos e orgulho mas não as virtudes da família Taques. É uma solteirona e vive em conflito com Bianca (Lélia Abramo), que não lhe entrega a cozinha da casa. É mantida por Egisto (Lima Duarte), marido de Bianca.

MIGUEL TAQUES (Leonardo Villar) Pai de Isabel (Dina Sfat), marido de Verônica (Maria Luiza Castelli). Homem refinado, não tem nada em comum com os chamados grã-finos. Não frequenta boates, não deseja aparecer em colunas sociais. Descendente das 16 famílias que chegaram com Martim Afonso de Souza, para ele o passado não é uma coisa morta. Ter dinheiro é importante, mas não fundamental. Sente-se seguro com seu nome e suas tradições. Não enfrenta a luta, porque entende que lutar é só preservar a dignidade.

VERÔNICA (Maria Luiza Castelli) – Mãe de Isabel (Dina Sfat), mulher de Miguel (Leonardo Villar). Silenciosamente magoada com a vida. Esperava que o casamento não quebrasse uma tradição familiar, mas não conseguiu manter a representação social para a qual se preparara. Incapaz de admitir um erro, principalmente um erro que a desviou da meta que ambicionava.

IZABEL (Dina Sfat) Filha de Miguel (Leonardo Villar) e Verônica (Maria Luiza Castelli), neta de Antenor (Paulo Gracindo) e Melica (Carmem Silva), e bisneta do Barão de Jaraguá. Bonita, atraente, equilibrada e justa, não aceita certos valores do passado. Quer ser ela mesma uma pessoa e não uma descendente de família ilustre. Sente-se emparedada pelos mortos, e quer destruir as muralhas que impedem sua realização pessoal. Não vê a história de São Paulo como paralela, mas como parte da história do Brasil.

ISMÁLIA (Elza Gomes) Irmã mais nova de Antenor (Paulo Gracindo), filha caçula do Barão de Jaraguá. Sempre foi a mais independente. Costumava escandalizar os parentes indo sozinha à Europa. É quem primeiro descobre que a fazenda Jaraguá está nas mãos de um antigo colono. Vê com bons olhos a união de Martino (José Wilker) e Izabel (Dina Sfat), pois ela permitirá que um descendente receba de volta o que pertencia à família.

CLÉLIA (Suzy Kirbi) Ela e a prima Lucrécia (Henriqueta Brieba) representam a nobiliarquia paulistana, repetindo, como um coro, os feitos dos antepassados. Leva o amor e o respeito às tradições às últimas consequências.

LUCRÉCIA (Henriqueta Brieba) Quando perdeu o pai, vendeu a fazenda e foi morar no Hotel Esplanada, logo perdendo o que herdara. Prima de Clélia (Suzy Kirbi), aceita sua atual situação com naturalidade. Suas memórias se resumem ao tempo do Esplanada, quando não perdia concertos e óperas.

ANTENOR (Paulo Gracindo) Aristocrata rural decadente, segundo filho do Barão de Jaraguá. Marido de Melica (Carmem Silva), sua parenta. Apoia-se em uma bengala, mais por hábito do que por necessidade. Vivo, malicioso, impertinente, usa chapéu, colete e relógio de bolso, que consulta com frequencia. Não divide o tempo em horas, mas em passado, presente e futuro, que é a morte. Cristalizado pelos preconceitos de classe e cor. Vive no mundo do avô.

AMELIA / MELICA (Carmem Silva) Mulher de Antenor (Paulo Gracindo), a quem aprendeu a aceitar por conveniência, não por amor. A indiferença pelos casos amorosos que o marido possa ter tido revela a educação que recebeu, que relega a mulher ao lar. Mandada a vida inteira, manda atabalhoadamente na velhice.

RICARDO (João Carlos Barroso) Filho de Miguel (Leonardo Villar) e Verônica (Maria Luiza Castelli), enfrenta os problemas de um adolescente de 16 anos. Bem mais novo que o pai, está muito distante dele, não entendendo seus valores.

MARIA CLARA (Neuza Amaral) Filha de Antenor (Paulo Gracindo) e Melica (Carmem Silva), viúva, mãe de Lourdes (Renata Sorrah) e Zilda (Sandra Bréa). Sofredora, paciente, carinhosa e maternal, criou e educou as filhas costurando e fazendo tricô e crochê para fora. Miguel (Leonardo Villar) e Antenor (Paulo Gracindo) julgam-se os donos de sua casa. Percebe que essa interferência prejudicará o futuro das filhas e reage de forma inesperada.

LOURDES (Renata Sorrah) Filha de Maria Clara (Neuza Amaral), neta de Antenor (Paulo Gracindo) e Melica (Carmem Silva), e bisneta do barão de Jaraguá. Irmã de Zilda (Sandra Bréa). A mais parecida com a mãe, aceitando com submissão os valores da família. Passiva, áspera, amarga e ressentida, no fundo também é preconceituosa. Tem uma paixão obcecante por Luigi (José Augusto Branco), e a viagem dele para a Europa a leva a trancar-se em casa, mergulhada no trabalho, numa tentativa de agredir os que a cercam.

ZILDA (Sandra Bréa) – Filha de Maria Clara (Neuza Amaral), neta de Antenor (Paulo Gracindo) e Melica (Carmem Silva), e bisneta do barão de Jaraguá. Irmã de Lourdes (Renata Sorrah). Bem diferente da mãe e da irmã. Destituída de preconceitos, disposta a enfrentar Miguel (Leonardo Villar) ou qualquer um que ameace sua concepção de vida. Segue a linha de Vicente (Edney Giovenazzi), Ismália (Elza Gomes) e Izabel (Dina Sfat).

OMAR (Gracindo Jr.) Filho de Senhorita (Chica Xavier), corroído pelo preconceito contra sua própria raça, a negra. Quer fugir de sua origem desligando-se dos pais.

LAVÍNIA (Bibi Vogel) Intelectual, ama apaixonadamente o marido, Vicente (Edney Giovenazzi), fazendo tudo por sua realização. Luta para tirá-lo do mundo decadente, para que ele se realize no teatro.

VICENTE (Edney Giovenazzi) Jornalista, dramaturgo, sonhador, preocupado com os problemas do homem brasileiro, dentro de uma visão humanista. Crê no homem acima de tudo, não importando sua cor, credo ou condição social. Acredita que o passado explica o presente. Valoriza o passado sem tentar revivê-lo. É angustiado por não ter se realizado como dramaturgo. Aberto ao diálogo, sem preconceitos, não suporta a burrice.

SENHORITA (Chica Xavier) Mãe de Omar (Gracindo Jr), ex-escrava da fazenda do Barão de Jaraguá.

Trilha Sonora Nacional e Internacional

Nacional:
Qual é
Compositores: Marcos Valle/ Paulo Sérgio Valle
Intérprete: Djavan

Meu Velho Pai
Compositores: Marcos Valle/ Paulo Sérgio Valle
Intérprete: Djalma Dias

Chega de Enganar a Nega
Compositores: Marcos Valle/ Paulo Sérgio Valle
Intérprete: Betinho

Tenha Juízo
Compositores: Marcos Valle/ Paulo Sérgio Valle
Intérprete: Márcio Lott

E Tem Mais
Compositores: Marcos Valle/ Paulo Sérgio Valle/ Eustáquio Sena/ Waltel Branco
Intérprete: Estáquio Sena

Os Ossos do Barão – Tema de Abertura
Compositores: Marcos Valle/ Paulo Sérgio Valle
Intérprete: Marcos Valle e Paulo Sérgio Valle

Tango
Compositores: Marcos Valle/ Paulo Sérgio Valle
Intérprete: Cláudia Regina

Mundo Em Festa
Compositores: Marcos Valle/ Paulo Sérgio Valle
Intérprete: Bibi Vogel

Ebó, Exu
Compositores: Marcos Valle/ Paulo Sérgio Valle
Intérprete: Coral Som Livre

Cafezinho
Compositores: Marcos Valle/ Paulo Sérgio Valle
Intérprete: Trama

Canto da Sereia
Compositores: Marcos Valle/ Paulo Sérgio Valle
Intérprete: Cláudia Regina

Tu, Ca Non Chiagne
Compositores: Marcos Valle/ Paulo Sérgio Valle
Intérprete: Paulo Fortes

Internacional:
Tu Nella Mia Vita
Compositores: Arfemo/ Lubiak
Intérprete: Wess & Dori Ghezzi

Love’s Theme
Compositores: Barry White
Intérprete: Barry White & Love Unlimited Orchestra

Jungle Boogie
Compositores: Ronald Bell
Intérprete: Kool & The Gang

Gaye
Compositores: Tony Cliford
Intérprete: Tony Cliford

New Bell (Hard Pulsation)
Compositores: Manu Dibango
Intérprete: Manu Dibango

When a Man Loves a Woman
Compositores: Andrew Wright/ Calvin Lewis
Intérprete: Reuben Howell

No Broken Heart
Compositores
Intérprete: Chrystian

You Make Me Feel Brand New
Compositores: Linda Creed
Intérprete: The Stylistics

Don’t You Worry ‘Bout a Thing
Compositores: Stevie Wonder
Intérprete: Stevie Wonder

Me and You
Compositores: Dave MacLean
Intérprete: Dave MacLean

Matinade
Compositores
Intérprete: Alain Patrick

Dormi Amore Mio
Compositores: Tony Cucchiara
Intérprete: Tony Cucchiara

Forgotten Tears
Compositores
Intérprete: Free Sound Orchestra

People Try
Compositores
Intérprete: Joe Russel

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